abr 022011
 
Texto: Gustavo Junqueira Jr.
Fotos: © André Dib

Alcançar com uma mochila nas costas os 2.700 metros de altitude da montanha, localizada na fronteira com a Venezuela, e explorar seu cinematográfico topo levam o viajante aventureiro a uma experiência inesquecível.

Imagine uma gigantesca rocha com 15 quilômetros de comprimento, em forma de mesa (tepuy) a 2.700 metros de altitude, na remota fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana, com seu topo tomado por vales e formações rochosas esculturais, rios e cachoeiras, fauna e flora próprias, com vistas espetaculares de montanhas, florestas e savanas localizadas ao redor.

Bem-vindo ao Monte Roraima, um dos lugares mais antigos do planeta, formado há cerca de 2 bilhões de anos, transformado em destino turístico para cerca de 3 mil viajantes aventureiros do Brasil e de dezenas de países todos os anos.

Para se chegar lá, haja pernas, fôlego e espírito para vivenciar uma legítima expedição com duração aproximada de uma semana, durante a qual se caminha mais de 100 quilômetros em trilhas escorregadias, rochas e até mesmo na travessia de rios caudalosos. Às vezes debaixo de chuva e frio, outras sob calor e muita umidade, anda-se sem parar, para cima e para baixo, em busca de uma experiência única: explorar e sentir um ambiente cautelosamente edificado pela natureza.

Todo esse esforço é altamente recompensador, pois cada minuto passado no Monte Roraima proporciona uma sensação exclusiva, de se estar num santuário que nos leva a viajar para dentro de nós mesmos num processo de depuração da alma. Experiência essa realizada pela primeira vez em 1884 por um botânico e explorador britânico chamado Everard Thurn, cujos relatos inspiraram o célebre escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes, a escrever e lançar em 1911 o livro “O mundo perdido”.

Uma pausa em alto estilo

A expedição de uma semana ao Monte Roraima é uma daquelas experiências fundamentais para nos capacitar a enxergar a vida de uma maneira melhor.

Quem tomar a decisão de conhecer o Monte Roraima e passar alguns dias especiais lá em cima pode voltar com a seguinte certeza: irá finalizar essa incrível experiência melhor do que começou. Isso, claro, não só pelo invejável acervo de imagens que será agregado à memória, mas pelos contatos, rotina, dificuldades e até pelo processo de autoconhecimento que experimentamos a cada dia da expedição.

A mistura de isolamento da sociedade e contemplação da natureza em sua expressão máxima; de esforço físico em deslocar-se em terrenos irregulares e de prazer em saciar necessidades como a sede e a fome; e de distanciamento e de aproximação das pessoas e do cosmos formam um conjunto de sensações ímpares que, de alguma forma, depuram a nossa alma. E mais: nos fazem mergulhar num peculiar processo de aprendizado, diversão e – por que não? – de felicidade.

Afinal, o que buscamos em cenários únicos nos quais os elementos naturais se manifestam de maneira tão escandalosamente explícita? Se fosse apenas pelo impacto visual, nos contentaríamos em ver as fotos ou filmes. Mas não, queremos estar lá, tropeçar nas moléculas de energia emanadas por esses santuários, absorvendo não só pelo cérebro, mas através da pele e da alma, as lições e mensagens que as palavras mal conseguem explicar.

Mesmo os mais ateus hão de considerar algo mais divino e menos racional nas formações rochosas que insistem em nos surpreender a cada caminhada no topo do Roraima. Quem seria o arquiteto ou artista plástico responsável por aquelas obras de arte? Qual cenógrafo poderia inventar as paisagens vistas lá de cima em direção à Gran Sabana? Qual diretor teatral poderia conceber um espetáculo de cortinas de nuvens abrindo e fechando para escancarar a todo momento um palco tão rico em emoções?

Estas vivências sensoriais se intensificam no dia a dia que começa e termina em barracas estrategicamente montadas na entrada de cavernas. Assim, ficamos protegidos do vento e, principalmente, das chuvas. Aliás, as manifestações pluviométricas são quase uma constante lá em cima, o que nos obriga a conviver com roupas e calçados molhados. A grande vantagem dessa permanente condição de umidade é o imenso desfrute que experimentamos ao vestir roupas secas ao final do dia ou quando nos encaixamos dentro do saco de dormir à noite.

O Roraima, mais do que uma montanha, é um pedaço do passado terrestre que sabe mexer com nossas certezas presentes deixando marcas interessantes para o futuro incerto. Certamente, uma pausa merecida em nossas vidas literalmente em alto estilo. Quem vai, volta sempre um pouco melhor, e o pior, fica com vontade de retornar.

Em ritmo de expedição

 

 

 

A melhor maneira de se chegar à região do Monte Roraima é através de voos regulares para Boa Vista, com escala em Manaus. Depois de se conhecer a capital do antigo território e acertar os últimos preparativos junto às agências e guias credenciados, uma exigência para os aventureiros, parte-se em direção à cidade fronteiriça de Santa Helena, já na Venezuela. De lá são mais 70 km em veículo 4×4 até uma aldeia indígena que marca a entrada do Parque Nacional de Canaima…

…e o início da caminhada de 30 km a ser feita em três dias até o topo da montanha.

No primeiro dia a expedição atinge o Rio Tek na chamada Gran Sabana venezuelana. Na manhã seguinte, sobe-se bastante até a base da montanha, a 1.800 metros de altitude, local do segundo acampamento. No terceiro dia, o esforço é dobrado para alcançar o topo a 2.700 metros e procurar uma caverna, os chamados “hotéis”, para montar as barracas e passar entre duas e cinco noites, dependendo da expedição. Ao final, o retorno à civilização leva mais dois dias pela mesma trilha da vinda.

Guias, carregadores e cozinheiros acompanham os turistas o tempo inteiro dando suporte às mais variadas necessidades, sempre com doses certas de planejamento e improviso. Existe o perigo de ser perder ou de se escorregar em alguma pedra lisa. Por isso, todo cuidado é pouco. O importante é estar com roupas e calçados adequados, uma boa capa de chuva e uma mochila com peso médio entre 10 e 15 kg. Antes da viagem, convém fazer um treinamento para aprimorar o preparo físico.

O que fazer lá no topo

O topo do Monte Roraima oferece atrações variadas e exige ao menos três dias para aproveitar a maioria delas. A pedra Maverick, o ponto mais alto do Monte, a 2.734 metros de altitude, e o monumento da tríplice fronteira (Brasil, Venezuela e Guiana) são duas das mais visitadas.

O vale da Catedral, as “banheiras” Jacuzi, o Fosso, a Ventana e a vista do Kukenan também cativam.

Aos mais aventureiros, cabe uma difícil caminhada até a imponente Proa.

Em qualquer direção, seja pelas centenas de formações rochosas em arenito escurecido formando figuras de animais, carros ou móveis, seja pelas bromélias ou pelo pequenino e exótico sapo, ou ainda pelas cachoeiras e pela incrível sensação de se chegar na borda e olhar o precipício de 500 a 700 metros de queda livre, tudo vale a pena.

Dicas para quem for viajar

Dizem que de outubro a março chove menos no Roraima, mas prepare-se para uma rotina úmida durante a expedição. As frequentes nuvens e a névoa emprestam uma atmosfera enigmática ao Monte, o mais famoso dos tepuys (mesas). A temperatura no topo pode chegar próxima a zero de madrugada, por isso leve casacos apropriados. Durante o dia, o filtro solar é item obrigatório.

Quem não quiser carregar muito peso pode contratar um carregador particular e assim só levar uma mochila leve contendo o mais essencial. Aos mais preguiçosos ou com menos tempo, vale alugar um helicóptero e assim eliminar alguns dias da expedição. Os vôos, no entanto, dependem das condições meteorológicas.

Mais informações sobre expedições ao Monte Roraima podem ser obtidas no site www.roraima-brasil.com.br.

© Copyright: Todas as fotos desta matéria com direitos reservados para o autor. Proibida a cópia, download, link ou impressão para qualquer fim, comercial ou não comercial.

 

Guto Junqueira

Guto Junqueira: Jornalista, 44 anos, é jornalista e está sempre correndo atrás de um lugar distante para se aproximar de algo próximo. Para fugir dos assuntos terrenos, busca em lugares inóspitos, remotos e de beleza única da Terra as respostas para as perguntas que poucos conseguiram responder. Já subiu o Aconcágua, na Argentina, e o Kilimanjaro, na Tanzânia, além de ter visitado inúmeros outros parques, montanhas, chapadas, cavernas e praias pelo Brasil e em outros países da América do Sul e Europa.

 

André Dib

André Dib, 36 anos, é fotógrafo e está sempre clicando uma imagem que poucas retinas conseguiriam antecipar. Amigo inseparável da luz, ilumina as páginas das revistas onde publica seus instantâneos com fotos fortes e sutis que trazem a intensidade dos elementos e da vida. Viajante nato e grande conhecedor dos roteiros de aventura, já esteve em dezenas de montanhas, parques e chapadas, do Cerrado à Amazônia, de Norte a Sul, lá fora e no Brasil, fotografando e escrevendo tudo aquilo que vivencia.

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  53 Comentários para “O deslumbrante Monte Roraima”

Comentários (53)
  1. Olá !
    Gostaria de reparar algumas informações sobre o Parque Nacional do Monte Roraima e sobre a montanha propriamente dita, coisas que são muuuuuito confundidas frequentemente, a ponto de as pessoas não saberem exatamente sobre o que estão lendo. Mas deixo essas elucidações para quem desejar buscar as fartas informações existentes na Internet.
    Entretanto, não posso deixar de salientar a impropriedade de algumas fotos, feitas na Venezuela pelo competente André Dib e colocadas nesse texto como sendo paisagens brasileiras. Exemplo gritante é a foto de abertura da matéria que retrata o rio Tek com o Monte Kukenan ao fundo, paisagem totalmente na Venezuela ! Do Monte Roraima, à direita, aparece apenas pequena parte de seu sopé no lado venezuelano !!
    O Brasil detém uma ínfima parte (menos de 6%) do Mte. Roraima e a face brasileira (praticamente inacessível) fica justamente oposta ao único acesso ao topo, feito pelo território venezuelano que detém mais de 60% do Monte, ficando o restante no território da República Cooperativista da Guiana.
    O Mte. Roraima é apenas uma diminuta e deslumbrante parte do Parte Nacional do Monte Roraima, que tem mais de 100 mil hectares com dupla afetação com a Terra Indígena Raposa/Serra do Sol e é administrado conjuntamente pelo ICMBio, Funai e os indígenas ingaricós, ocupantes autócnones milenares da região.
    Creio que seria muito interessante a reedição dessa matéria, após longa e aprofundada pesquisa para não transmitirem informações erradas e levianas !!!
    Saudações !!!

  2. Gostaria de obter informações sobre essa expedição. O link da matéria esta errado. Grato

  3. FANTASTICO ESTA EXPEDIÇÃO. BRILHANTE TEXTO E FOTOS DE SONHOS. Sou amante de montanhas, com poucas aventuras, a que mais fiz pela Serra da Canastra (triste vê-la ser consumida pela degradação humana- nascende do Rio São Francisco) Sou praticante de Moutain Bike, me diga, lá nessa sua expedição tem essa opção para MTB? Abraços.

  4. Muito legal seu trabalho . Muito bom gosto ! Boa sorte e sucesso !

  5. Olá! Sou jornalista e colaboradora da Revista Somos Amazônia. Gostaria muito de inserir o seu relato na revista. Se possível, me envie um e-mail com sua autorização e telefone para contato. Com urgência, nossa intenção é incluir a matéria sobre o Monte Roraima na edição de Dezembro.

    Grata.

    Larissa Melo
    (95) 8124.5109

    • Larissa tudo bom ! Meu nome é Roberto queria Confirmar o nome de sua revista , Somos Amazônia ? Valeu , obrigado pela atenção !

  6. Farei o circuíto místico com 4 dias no topo. Partirei entre o Natal e o Reveillon. Nada melhor do que passar a virada do ano em um Santuário como o Roraima. É um privilégio!!! Obrigado pelo blog, pois foi daqui que partiu a minha decisão em conhecer o MONTE.

  7. Partirei dia 03/10/13, seu relato me trouxe mais ansiedade, sonho acordada!!!
    Parabéns p fotos surreais e pela expedição.
    Namastê.

  8. Estou de mochila pronta, partirei dia 24/10/2013 rumo ao Monte, conto os minutos, sonho com casa imagem, com cada situação.

  9. O Monte Roraima me chama. É assim que sinto toda vez que vejo uma foto do lugar. Talvez seja mesmo místico. E depois de ler isso tudo aqui e ver essas fotos lindas, não dá mais para adiar, vou mesmo. Parabéns a todos.

  10. Inreal. Só morre para viver.
    Um mini mundo.
    Viver para ver.

  11. Que lugar maravilhoso,nosso pais é mesmo muito lindo.
    Somos abençoados,salve a america do sul.
    Obrigado sr.fotogrofo!!!

  12. tudo isso e muito lindo,fico babando só de ver as fotos.
    se eu tivesse condições de conhecer o brasil, eu começaria
    por Roraima (monte Roraima).

  13. parabens a todos estes amantes da natureza, sou louco pelas grandezas que deus criou. nao trocaria uma viajem ao monte roraima por uma new york. ja visitei lugares extraordinarios em alguns paises como petra na jordania, mas monte roraima e diferente, pois existe muita vejetaçao e agua, po gente, quanto o brasil e deslumbrante!
    sem palavras…

  14. sen-sa-cio-nal!!!
    fotos e textos lindíssimos!!!
    parabéns trupe!
    to partindo pra boa vista dia 04/jan agora com destino ao monte roraima…já li muito a respeito mas seu blog me encantou…e só ratificou a vontade de estar lá, necessariamente é preciso estar lá…as fotos são incríveis mas vivenciar, ‘curtir’ os perrengues, a autoanálise…a comunhão…não tem preço!!!
    hasta luego guapos.
    namastê!

  15. Que bacana!
    Desde 2010, quando ao acaso fiz Salkantay ganhei gosto pelo trekking de aventuras.
    Desde então fiz vários outros e pesquisando sobre o próximo, monte Roraima, cheguei na sua página. Cara… que bacana. Era a inspiração a mais que eu precisava para decidir por essa rota.
    Parabéns pelas fotos.
    Tenho algumas outras dúvidas sobre o local. Será que poderia me ajudar?
    De toda forma, obrigado e um abraço!

  16. Fotos e texto fantasticos, nosso Brasil é um mundo. Acabo de ver na Tv um documentario sobre as cavernas do Monte Roraima, que serviram de inspiração para ”O Mundo Perdido” de Conan Doyle e que são também estupendas. Como sou do tempo em que o Pico da Bandeira era o mais alto do Brasil, não poderei ir até lá, mas vocês podem chegar até esse universo subterrâneo

  17. Estou me programando para ir em Julho/Agosto de 2013. Será a primeira vez que faço uma viagem desse tipo (sozinho, mochileiro), se alguém puder dar algumas dicas, tanto de roupas, comidas, etc. Abraços!

  18. Um dos meus maiores sonhos é chegar ao topo do monte roraima, belas imagens, que só me fazem aumentar o desejo de ir até esse local lindo…

  19. Que lindo, sou de Roraima e pretendo subir o Monte RR em dezembro de 2012 com estas imagens e texto fiquei mais empolgada ainda, parabéns pela matéria!!

  20. Magnífico, extraordinário… são vários os adjetivos que eu poderia usar. E é no Brasil! Nunca tinha ouvido falar, mas, agora, fiquei com uma vontade imensa de conhecer. Quem sabe um dia! É preciso se preparar muito para isso. Talvez, eu consiga :)

  21. Muito bem feito o texto! Descreveu essa preciosidade nacional em belas palavras! Nunca tive a oportunidade de ir ao topo, mesmo morando aqui. É com certeza algo que vou fazer um dia!

    Belíssimas fotos! Ótimo trabalho!

  22. Viajo para o Monte Roraima no dia 04/10/2012 e já conto nos dedos os dias para essa nova expedição. Amo estar junto à natureza, assim como o Guto atrás de lugares inóspitos, remotos e de beleza ímpar. Já tive a oportunidade de fazer algumas dessas expedições e cada uma delas é uma parte muito importante de mim, talvez, a melhor delas e sempre vollto mais inquieta, mais agradecida e cada vez mais próxima da Grande Mãe Natureza.
    Parabéns aos dois pelo excelente texto e pelas maravilhosas fotos que são um deleite para todo aventureiro.

    • Querida, conte como foi e dê dicas pois estou querendo me programar para ir mas não tenho nenhuma noção de como fazer lá

      • Olá Silma, tudo bem?

        Retornei do Monte Roraima no dia 13/10, sábado passado. É um lugar verdadeiramente mágico, maravilhoso e vale a pena ser conhecido. Se você quiser maiores informações, pode entrar em contato direto com a Roraima Adventures. Eu fiz a expedição com eles, que foram super parceiros, simpáticos e tudo correu super bem. Dê uma olhada no site deles e ligue para obter mais informações. Pode dizer que foi a Sabrina de São Paulo que indicou.

        Abs e boa sorte. Não desista da viagem.

        • Sabrina,

          simplesmente estou “endorfinada” vou começar a me programar para mais esse aventura e descobertas.

          Beijos e obrigada pelo retorno.

  23. lindas fotografias e preciosos comentários.
    no ano que vem, em março, estarei vivenciando esta aventura, se deus quiser.
    visitem também a chapada diamantina, é um dos lugares mais lindos do brasil.

  24. Em outro extremo, na praia do Cassino, na cidade de Rio Grande, RS, que também da boas caminhadas com essa do link: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5711948-EI306,00-vc+reporter+gaucho+faz+caminhada+de+km+em+maior+praia+do+mundo.html

  25. Que beleza é o nosso país !
    Lindas fotos!
    Que belo texto…

  26. Pessoal, maravilha o post! Instigantes as imagens e inspirador o texto! Fazer essa trilha já entrou na minha lista de metas a serem cumpridas até os 40 (2016). Parabéns e obrigado mesmo pela descrição tão rica e detalhada!

  27. Parabéns pelo post. Infelizmente, o governo do Brasil não investe muito em turismo ecológico em seu próprio território e nem incentiva o turismo interno. Temos as mais lindas paisagens e os estrangeiros valorizam mais o que temos do que os próprios brasileiros. Parabéns pela viagem ao mundo perdido de Roraima, paraíso do Brasil!!
    Abraços do Rio!

  28. Realmente é deslumbrante. Mas eu preferiria a Rota do Vinho!!! rsrsrs1
    Petty Tiant

  29. A mamãe tá com medo, mas vai com todo o gás subir o Roraima….
    Já gastou todo o dinheiro com sacos de dpormir, cantil com carvão ativado, roupas dryfit, óculos nivel classe 4, GPS, o escambau…O treinamento está forte e estamos torcendo om a grande equipe manauara. Bora Mãezinha. coloca as fotos aí !!
    Bjs

  30. Guto e André, navegando pela net e procurando sobre Monte Roraima encontrei este artigo e a emoção fluiu. Eu e 2 amigas estamos nos preparando para subir o MR em jul/12 e já li muito a respeito. Mas este relato e as as fotos fizeram bater meu coração de forma diferente. Vcs conseguiram passar toda a sensibilidade do momento. Esperamos poder aproveitar tanto quanto vcs. Parabéns. Abs.

  31. Nossa e maravilhosa, deve ser uma das paisagens mais belas do mundo adoraria conhecer… só preciso de coragem por que vontade eu tenho.

    Sussa

  32. Olá! Me chamo Naide, sou editora da revista Mon Quartier (www.monquartier.com.br). A edição de fevereiro terá como capa o Monte Roraima. Gostaria de saber se posso publicar trechos desse blog (evidentemente divulgando a fonte e convidando os leitores a ler mais, online) e, ainda, se o fotógrafo poderia nos ceder algumas dessas fotos, em alta. Nosso deadline está apertadinho. É que só descobrimos o blog hoje. Se for possível, fico no aguardo do material.
    Cordialmente,
    Naide

  33. SIMPLESMENTE FANTASTICO LUGAR QUE A NATUREZA ESCULPIU COM A MAO DE DEUS. PARABENS BELAS FOTOS

  34. olá,sou do rj e gostaria de saber o melhor jeito de subir o monte roraima sozinho,saindo de boa vista,sou mochileiro e quero dicas,obrigado a todos.
    internacaoimne@yahoo.com.br

  35. Nossa que emoção em… esse é o meu sonho será que um dia vou realizá-lo, conhecer um pouco das maravilhas de Deus… Parabéns que ele te abençoe!!!!

  36. qUE ROLE É ESSE !!!!
    fIQUEI DE CAra com as fotos!
    Quero muito conhecer.Tens uns toques?
    Parabéns pela viagem!!!!

  37. QUE ROLÊ É ESSE!
    ESTOU DE CARA COM AS FOTOS!
    MANDARAM BEM!
    qUERO MUITO FAZER ESSE, ROLE,LOGO!!!
    dÁ UNS TOQUES.
    pARABÉNS PELA COMQUISTA!

  38. Por que não mostram o lado brasileiro do Monte Roraima. Existem formações rochosas? qual a sua área? A famosa proa é brasileira. As expedições devem identificar nas fotos o que é território brasileiro.

  39. Não tem o que falar, deslumbrante!!!!!!

  40. Tô lá em agosto!!! uhuuuu!

  41. Tentada a fazer poesia sobre as belas imagens. Parabéns!

  42. Procimidades da locação inspiradora para a animação “UP Altas Aventuras” da Pixar Disney, simplesmente de tirar o fôlego.

  43. Simplestemente maravilhosas as fotos.
    Sou apaixonado por fotos principalmente em lugares altos e naturais

  44. Só quem já participou de uma expedição desta envergadura para saber das dificuldades encontradas: logística, esforço físico, cuidados com o equipamento e a relativa insegurança. As imagens deste artigo nos convence que fazem valer cada gota de suor para se chegar ao destino. Parabéns André e Gustavo!!

  45. Fantástico! Uma aventura para quem tem iniciativa … para poucos! Paisagens que anulam a capacidade de dizer … só resta olhar, embasbacado!

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